


Além de suas belezas naturais e povo acolhedor, Okinawa também é conhecida por ser o berço do karatê.
Esta arte marcial foi desenvolvida por conta da proibição de armas em meados do século XVII. No período do século XIV, as armas foram confiscadas dos samurais e senhores feudais.
Por causa da proibição das armas, os guerreiros foram obrigados a desenvolver a técnica de luta e defesa, como o “Karatê” (que significa “mãos vazias”).
Outra arte marcial que nasceu na mesma época foi o Kobudo. Uma vez que foi proibido o porte de armas (com exceção dos samurais, que eram os únicos a ter esta permissão),as únicas defesas que os nativos tinham eram as técnicas de luta e ferramentas de agricultores, como por exemplo, o nunchaku, a tonfa e o bastão.
Após a incorporação de Okinawa ao território japonês, estas duas artes foram introduzidas em meados de 1898 como esporte em todas as escolas de Okinawa e doze anos mais tarde, difundiu-se para outras províncias.
O Okinawa Sumo também é muito difundido na ilha. Diferentemente do Sumô tradicional japonês, o Okinawa Sumô tem algumas particularidades, pois tem estrita correlação com o karatê. Até mesmo algumas regras diferem, como por exemplo: não basta tirá-lo do dôhyo (espaço onde se dá a luta), ou fazê-lo simplesmente cair; é preciso fazer com que o oponente caia de costas dentro do ringue.